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Panorama do mercado de crédito brasileiro na pandemia

Atualizado: Ago 4

No início da pandemia, meados de fevereiro/março deste ano, houve uma corrida das grandes empresas para saques das linhas de crédito que possuíam junto aos bancos. O resultado deste pico de demanda foi imediato, as instituições financeiras aumentaram as taxas de juros para seus clientes, ainda que marginalmente, bem como tornaram mais rígidas suas análises de crédito e das garantias oferecidas.


O aumento de taxa de juros ocorrida pode ser explicado pelo dreno de liquidez que houve no sistema. Os bancos ficaram com medo, pois da mesma forma que o empresário queria ter liquidez para atravessar a crise o banco também queria ter liquidez para atravessar o período.


O Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse em entrevista à XP Investimentos: “O crédito tem três componentes em seu preço: 1) Repasse da taxa de juros (SELIC), 2) Prêmio que o banco coloca para desfazer de sua liquidez e 3) Custo de capital que é diretamente proporcional à inadimplência do sistema.”


Os Bancos possuem modelos de risco (para minimizar inadimplência) e estes modelos de risco possuem variáveis ligadas aos comportamentos das empresas e setores. Se por exemplo, algum setor começa a atrasar pagamento de algumas de suas contas, como energia e aluguéis, é identificado um risco adicional ao emprestar dinheiro para empresas deste setor, e a matemática é simples, quando sobe o risco sobre o preço.


Segundo Roberto Campos, o papel do BACEN nesta crise é dar liquidez para o sistema para que este componente de custo caia, bem como achar formas para que esta liquidez chegue às empresas para que estas possam honrar suas contas.


Passados mais de três meses desde o início da pandemia e da entrevista de Campos, podemos verificar os principais acontecimentos no mercado de crédito neste período:


  • Segundo dados do Banco Central, não se verificou aumento na taxa de juros médios nos cinco maiores bancos brasileiros até o mês de maio, para surpresa houve até diminuição das taxas. Por outro lado, o endurecimento das Instituições Financeiras em suas análises de crédito e de garantia continua, favorecendo assim a percepção do consumir que está mais difícil conseguir crédito no mercado.

  • Mesmo com as linhas de crédito destinadas pelo Governo é notório que este recurso não está chegando nas mãos do destino pretendido. Segundo reportagem do Valor Econômico, em reunião ministerial, o próprio Ministro da Economia Paulo Guedes disse: "Vamos desentupir os canais da linha de crédito para pagamento da folha de salários", prometeu. "O presidente do Banco Central vai explicar hoje como faremos." O governo destinou R$ 36 bilhões para essa linha, mas não houve demanda. "Os canais estavam entupidos".

A plataforma da Credite.me é uma ótima alternativa para empresas que estão buscando crédito no mercado e possuem um bem (carro ou imóvel) para deixar como garantia da operação. Mesmo na pandemia conseguimos ótimas taxas de juros e um prazo estendido para quitação do empréstimo, com parcelas que cabem no bolso.

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Informações adicionais relativas a simulação de Empréstimo com garantia de imóvel: prazo mínimo de 60 a 240 meses para pagamento. Empréstimo no valor de R$ 160.000,00, para pagamento em 240 meses, com taxa de 0,85 % a.m., na tabela SAC, resultaria em uma primeira parcela de R$ 2.261,87 - indexador IPCA – CET 13,01% a.a.